quinta-feira, 23 de junho de 2011

Tempo

A maior das preocupações humanas
Facilmente perceptível, inexplicável
A própria intrinsecidade

Claramente impalpável
Na escuridão do dia
Invisível aos olhos seus e meus

Mas a morte revelará
O que até agora
                       A vida não pôde explicar

                  *Pode deixar, eu conto

        Agora não


                             Só depois

Nunca

         Quando acabar,           tá?


No dia que     a noite         for               bem escura, apesar                                  da forte     luz

Você quer saber
     Venderia a própria alma
Pra comprar a resposta

Apesar disso, espere
Pois falta pouco
Muito pouco

Pouco?
É claro
Você entenderá.

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