Então, antes iniciar este post, gostaria de esclarecer alguns pontos: por mais que o nome e os assuntos deste blog possam sugerir, não sou usuário da maconha e nunca experimentei a mesma. Todo e qualquer comentário feito aqui não é baseado cientificamente, apenas deduzido por estatísticas, senso comum ou lógica. Além disso, não escrevi isso para condenar atitudes de ninguém, apenas para expor algumas reflexões feitas após ouvir opiniões e argumentos muito convincentes sobre o assunto.
Sou a favor da legalização. Não que a maconha não seja prejudicial à saúde. Ela causa, até onde sei, danos ao sistema nervoso e também ao respiratório. Provavelmente é tão perigosa quanto o café, o bacon, as gorduras trans e alguns remédios, todos estes substâncias lícitas, e menos perigosa que drogas como o álcool e o tabaco. Meio contraditório, não? A criminalização da maconha está relacionada a outros fatores históricos, que eu não domino o suficiente para comentar. Há vários documentários por aí falando sobre isso, enfim... O certo, creio eu, seria legalizar tudo, e fornecer cultura. O homem com conhecimento pode discernir por si só o que é conveniente e o que não é para ele.
Por que então não consumo? Acho que também seria contraditório me dizer pacifista e sustentar a base econômica do tráfico que parasita as cidades com violência, insegurança e destruição da perspectiva de uma vida digna de milhares de crianças que são coagidas desde cedo a fugir da educação para o tráfico. Se sou contra uma base constitucional, deveria lutar e votar para que ela mude, em vez de acobertar práticas à margem da lei, que vão junto com o tráfico.
Posso ter sido um pouco radical nesse último parágrafo, mas por via das dúvidas, quem quer fumar seu baseado em paz e pensa em diminuir um pouco os prejuízos sociais causados, faça como já recomendou o Planet Hemp: "não compre, plante!"

Quem sustenta o tráfico é o governo fazendo as favelas de celeiro eleitoral e negando propositalmente informação ao povo. Eles só querem que você use um calmante de alguma farmacêutica dinamarquesa que mata seu pâncreas em troca de uns trocados.
ResponderExcluirConcordo, Daniel. Mas é inegável que se os usuários não se submetessem a esse complô governo-polícia-tráfico, ele seria destruído...
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